


Onde está a ideologia do jovem??
Ouço muito jovens falando: "ai politica, credo!"....Quer dizer, não só jovens, mas pessoas com mais idade também, que não pensam nem mesmo em se informar sobre a realidade da politica no nosso país.
Recebemos tanta informação de variadas formas, sobre a politica, que muitas vezes nos tornamos apáticos diante dessa dura realidade, que a politica enfrenta . As noticias sobre corrupção, e interesses escuso dos governantes, tornaram-se corriqueiras no cotidiano brasileiro.
Claro que não pode haver uma generalização, há sim jovens que tem uma ideologia, e que querem fazer a diferença. Mas infelizmente, somos uma minoria.
É obviamente mais fácil, controlar uma população ignorante e sem ideologia alguma, do que uma que conteste, que se envolva. Exatamente por isso, o governo não investe na educação da forma que deveria, e na formação ideológica da população.
Portanto, é altamente necessário que o jovem comece a enxergar a nossa realidade, e interar-se por tudo que acontece na politica,pois tendo plena consciência da importância do questionamento, poderemos realmente mudar este país!!
O teatro mágico dá um MEGANÃO, no AI-5 Digital!!

À Procura de um olhar.
FOTO: Olívia Gay (2008)Como grande fã da fotografia, não poderia deixar de fora essa exposição belíssima, de olhares nada "viciados", como disse o fotografo Henri Cartier-Bresson (1908-2004).
"Um olhar de fora é importantíssimo, pois tem uma visão diferente da habitual, entretanto é bom deixar claro que muitas pessoas de fora tem uma visão errónea pra não dizer quadrada, sobre o Brasil. Essa exposição só vem provar, que o estrangeiro pode sim ter uma visão totalmente diferente daquela mostrada pela mídia internacional , e pelos próprios filmes brasileiros , que se esquecem da riqueza cultural desse país , e só retratam a violência.!"
À Procura de um Olhar - Até 28/6
Pinacoteca do Estado de São Paulo - Praça da Luz, 2, São Paulo - 11/3324-1000
De terça a domingo, das 10h às 18h.
De R$ 2 a R$4. Grátis aos sábados

Aeroporto Santos Dumont, 15:30 . Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas . Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. ” Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo .” O avião só sairia as 16:30.
Entrando no ônibus, sem sanitários . Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”
Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda . O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante:
“Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido à obras na pista .” Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele . E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado .
Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que da vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada . Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal .
Mas sem dúvida, a situação tava tensa . Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério : ” Cara, caguei.” Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou – me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle . ” Que se dane, me limpo no aeroporto ” – pensei . “Pior que isso não fico .” Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte . Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda . Desta vez, como uma pasta morna.
Foi merda para tudo que e lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés . E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade . E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado . Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa . E me caguei pela quarta vez .
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca , mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pelos do rabo junto . Mas era tarde demais para tal artifício absorvente . Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada .
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.
Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco . Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né ?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço ) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia .
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o ” check-in ” e ia correndo tentar segurar o vôo . Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte . Ele tinha despachado a mala com roupas . Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus .
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis . Minha cueca , joguei no lixo . A camisa era história . As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10
Teria que improvisar . A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnifica máquina de lavar . Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água..
Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu . Estava pronto para embarcar . Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calcas do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa . Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando ” O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria . A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo . Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: ” Nada , obrigado . Eu só queria esquecer este dia de merda !!! “
Luiz Fernando Veríssimo
Texto muito bom de Luis Fernando Veríssimo, não poderia deixa-lo de fora da minha seleção de textos da semana...Fazer alguém rir fazendo atuando ou falando já é difícil, agora fazer alguem rir através da escrita, é muito mais difícil. E ele consegue isso com uma incrível facilidade.
PS: Acreditava-se que esse texto fosse de autoria de Luiz Fernando Veríssimo, mas segundo informações esse texto não é de autoria dele, se por acaso alguém souber quem é o autor desse ótimo texto, o "Pensamento Livre" ficará feliz em publicar!
Obrigado!
Diga Não ao AI- Digital. Espalhe essa idéia!
"Um muro de Berlim no Brasil?"

Quero destacar que o grande show... o grande espataculo mesmo, não foi cantado, não podia ser visto nem tocado, mas podia ser sentido por todos que estavam na virada cultural. Um certo ar alegre, de entusiasmo pela cultura.
A grande protagonista desse acontecimento foi a pupolução. É bonito ver as pessoas confraternizando,em torno do bem mais precioso que o ser humano pode ter, que é a cultura.
Parabéns, à secretária de cultura, à prefeitura de São Paulo, e principalemte parabéns à todos que participaram,e que demonstraram através da virada cultural,que tem educação,e que se interessam sim pela arte , musica e cultura em geral.
"O oligopólio da informação"
Perguntas pairam na minha mente: Até que ponto podemos confiar na credibilidade de tais meios de comunicação? Por que se determinado assunto for contra o interesse de um anunciante, certamente o canal não noticiará.
A televisão "controla a população", um belo exemplo disso foi na época do Collor , onde um certo canal elegeu Fernado Collor, e este mesmo canal, também o tirou do poder. Os estudantes foram usados como massa de manobra, "meros piões"!
E me pergunto também , onde esta o conteúdo da Tv aberta , que só se interessa em mostrar escatologia e baixaria. Até entendo que esse seja um meio de comunicação de massa, e que certos assuntos não interessariam a população em geral. Mas falta iniciativa de mudança , e incentivo, pois é muito mais fácil mostrar programas que não estimulam , que não fazem a população pensar sobre a sua realidade. A passividade é muito mais cómoda, para os interesses dos poderosos.
Infelizmente, as Tvs e rádios comunitárias, que tenta mudar essa dura realidade, são simplesmente esmagados , diante do poder dos grandes meios.
O crescimento dos blogs , só vem comprovar que essa realidade pode mudar, e que tem muita gente interessada na verdadeira liberdade de expressão , e na comunicação democrática.
"Enquanto pessoas perguntam por que, outras pessoas perguntam por que não? Até porque não acredito no que é dito, no que é visto. Acesso é poder e o poder é a informação. Qualquer palavra satisfaz. A garota, o rapaz e a paz quem traz, tanto faz. O valor é temporário, o amor imaginario e a festa primeiro de julho. Um minuto de silêncio é um minuto reservado de murmúrio, de anestesia. O sistema é nervoso e te acalma com a programação do dia, com a narrativa. A vida ingrada de quem acha que é noticia, de quem acha que é momento, na tua tela querem ensinar a fazer comida uma nação que nao tem ovo na panela que não tem gesto, quem tem medo assimila toda forma de expressão como protesto."O Teatro mágico- Xanél nº 5
Fernando Aniteli e zeca balero

Vinte anos após a sua morte, 19 bandas se reunirão na Avenida Cásper Líbero
para integrar o Palco Toca Raul, dedicado às composições do artista em seus 20
anos de carreira.Os músicos envolvidos farão um grande passeio pela carreira de
Raul, tocando todos os álbuns na íntegra. O primeiro show começa às 18h do
sábado com a banda Os Panteras tocando as músicas do álbum Raulzito e os
Panteras, de 1968. A última atração acontece às 18h do domingo com Marcelo Nova
& Os Panteras interpretando o último álbum de Raul, A Panela do Diabo.Pelo menos nesse show a galera pode e deve gritar: TOCA RAUL!!!!!!
passo. E eu, baixo os meus olhos se te avisto.
Volta-nos sempre a pálida lembrança.
Um dos motivos de eu resolver colocar esse poema, é que de certa forma exemplifica uma determinada situção da minha vida.
Esse texto foi retirado do site Jornal da poesia. Um poema de Guilherme de Almeida, que mostra como a poesia brasileira é rica.
Infelizmente ela não é reconhecida no nosso país , o que é uma pena.
O Brasil é tão rico culturalmente, entretanto toda essa riqueza é deixada de lado, isso poderia ser muito mais explorado e mais difundido.
O sucesso do evento promovido pela prefeitura de suzano, só vem mostrar que as pessoas gostam sim de teatro , que elas se interessam por cultura. Eventos como esse são que faltam nesse país, para a verdadeira democratização do teatro e difusão da cultura.
O panetone cênico foi encerrado com chave de ouro pela, troupe dos parabolandos (imagem acima), com a peça :
Augusto, o Humano; Escrito e interpretado por Gel marcondes e Darlan Filé Jr, a peça traz a decupagem do ser humano , com reflexões , e conflitos existenciais , e claro com o humor que não falta nas peças do parabolados.
Destaque para intepretaçao dos atores,que conseguiram uma verosimilhança incrivel. Os mesmo já chegaram no teatro interpretando. Criando todo um clima para a peça que viria.
Todas as pessoas que participaram do panetone cênico , direta ou indiretamente, estão de parabéns.
Aliás.. parabéns à cidade de Suzano, pelo apoio à cultura!
I, my self and I
- Guilherme Diogo Rodrigues
- Ola, meu nome é Guilherme,tenho 19 anos e sou estudante de comunicação, engajado na luta à favor da livre informação e liberdade de expressão!
Licença criativa.
Divulgue!
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