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Assine o abaixo-assinado pela abertura dos arquivos da ditadura

domingo, 13 de junho de 2010
A Ordem dos Advogados do Rio De Janeio OAB/RJ desenvolveu uma campanha pela Memória e pela Verdade, em defesa da abertura dos arquivos da repressão política no período da ditadura militar.
A campanha foi criada com o intuito de trazer à tona o conhecimento pleno do que ocorreu nos porões da ditadura durante os chamados anos de chumbo, ressaltando a importância para se evitar a repetição da barbárie.
O abaixo-assinado promovido pela ação já conta com 18475 assinaturas, o documento é destinado ao poder Executivo e legislativo, determinando as providências necessárias para que seja dada a publicidade aos arquivos, criando assim condições para uma verdadeira reconciliação nacional. Lembrando sempre, que país que não conhece sua História está fadado a repetir os erros.
A campanha conta ainda, com a participação de grandes atores "globais" que não cobraram cachê para participar, como, Mauro Mendonça, Fernanda Montenegro, Cesar Maia, entre outros.





Quem tiver interesse em assinar o Abaixo-Assinado pela memoria e verdade, pode acessar o site da OAB clicando aqui ou na imagem à baixo.



"CQC" LIBERADO! A Mosca está solta!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Nesta tarde de quarta feira, a prefeitura de barueri retirou ação impetrada contra o programa "CQC".
Hoje, as 14h e alguns minutos o apresentado do "Custe o que custar", Marcelo Tas, postou em seu twitter: "É oficial: prefeito de Barueri retira processo contra CQC. Proteste Já pode ser exibido na segunda! Quem viver verá :) "

De acordo com a Band, a Prefeitura de Barueri, que havia pedido a liminar, desistiu da ação. Por isso, não foi preciso recorrer da decisão.
Apenas nesta quarta-feira a assessoria de comunicação de Barueri publicou nota de esclarecimento no site oficial da prefeitura, em que afirma não ter censurado o "CQC", tampouco ter "poder para isso". "Ocorre que o programa CQC fez uma matéria em Barueri, e a Prefeitura desconhecia o conteúdo desta matéria. Para que não fosse ao ar uma matéria possivelmente debochada, desrespeitosa, sensacionalista ou que pudesse causar danos à imagem da instituição ou dos servidores públicos, a Prefeitura apenas exerceu seu direito pleiteando em juízo que a matéria não fosse ao ar até que tal conteúdo fosse conhecido", explica a nota.
Após tomar conhecimento de todo o conteudo da matéria e da repercussão negativa, o prefeito Furlan concordou com a exibição da mesma, além de ter concedido uma entrevista ao repórter Danilo gentili.
Com a desistência, o programa fica liberado para veicular a reportagem. Agora resta esperar para ver o desfecho dessa epopeia, que esta previsto para acontecer na próxima segunda feira as 22h15m na Band.

NÃO DEIXE O MONSTRO DA CENSURA ACORDAR” REPRESSÃO NUNCA MAIS !!!!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Campanha contra a censura começa a ser divulgada em grandes meios de comunicação.
O Conar - Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária e a ESPM, Escola Superior de Propaganda e Marketing, em parceria no Centro de referencia sobre a liberdade de expressão encomendaram ao F/Nazca, uma campanha que visa o alerta para o risco do monstro da censura despertar.
Devemos nos manter atentos por que isso já está acontecendo, um belo exemplo disso é a censura imposta ao jornal O Estado de S. Paulo e o portal Estadão, que foram proibidos de publicar reportagens que contenham informações da Operação Faktor, mais conhecida como Boi Barrica, que investiga Fernando Sarney, suspeito de fazer caixa dois na campanha de Roseana Sarney na disputa pelo governo do Maranhão em 2006.
O desembargador Dácio Vieira natural de Araguari pertence ao círculo social de Sarney e Agaciel Maia e é ex-consultor jurídico do Senado. Esteve presente no casamento de Mayanna Maia filha de Agaciel, onde Sarney foi padrinho. Com certeza foi uma mera coencidência.
Confiram o vídeo da campanha:
NÃO DEIXE O MONSTRO DA CENSURA ACORDAR” REPRESSÃO NUNCA MAIS !!!!

Abaixo a anistia aos torturadores!!!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Podemos definir a Ditadura Militar como sendo o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.
A repressão politica na ditadura, foi muito maior do simplesmente algumas prisões,o ato inclui sequestro, cárcere privado, tortura, assassinato, esquartejamento do corpo das vítimas e ocultação das partes do cadáver.Esse baú de crueldades, que incluía choques elétricos, afogamentos e muita pancadaria, foi aberto de vez em 1968, o início do período mais duro do regime militar. A partir dessa época, a tortura passou a ser amplamente empregada, especialmente para obter informações de pessoas envolvidas com a luta armada.
O que é inaceitável é a anistia com os torturadores da ditadura,ninguém acusado de torturar presos políticos durante a ditadura militar chegou a ser punido. Em 1979, o Congresso aprovou a Lei da Anistia, que determinou que todos os envolvidos em crimes políticos - incluindo os torturadores - fossem perdoados pela Justiça.
Agora a população brasileira já pode participar da Campanha Contra a Anistia aos Torturadores, assinando a petição eletrônica que pressionará o Supremo Tribunal Federal (STF) a aprovar a ação apresentada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil(OAB).
A compreensão é de que os ditadores militares brasileiros concederam anistia a eles próprios através da Lei de Anistia (n° 6.683/79), já que a lei considera como crimes políticos as torturas, os sequestros e as execuções de opositores à ditadura militar (1964-1984).
"Tortura, assassinato e desaparecimento forçado são crimes de lesa-humanidade, portanto não podem ser objeto de anistia ou auto-anistia", explicou em comunicado o Comitê Contra a Anistia aos Torturadores. A ação defende que esses crimes atentaram contra a humanidade e, dessa forma, não podem ser anistiados.
O manifesto on-line, já conta com o apoio de intelectuais, artistas, juristas, parlamentares e defensores de direitos humanos. Entres os que subscrevem a petição estão Antonio Candido, Chico Buarque, José Celso Martinez Correa, Aloysio Nunes Ferreira, Frei Betto, Marilena Chauí, João Pedro Stedile e Sérgio Mamberti.
É isso ae galera, vamos participar para que a impunidade dos crimes de ontem não venham beneficiar o abuso agentes do Estado, que continuam praticando tortura e execuções extra judiciais contra a população pobre.

Para assinar o manifesto, clique aqui